Nunca te esquecerei minha doce flor incandescente
Como habitaste em meu destroçado coração
Teu sangue ainda recordo beber na ácida noite reluzente
Como afortunas uma saudade em teus cardíacos,
Ainda sinto nossos lábios se molhando mutuamente
Nossos braços frios a gelarem nossos corpos
Nossos corpos enroscados sexualmente pecando
Como recordo as palavras que mencionei antes de te matar,
No teu túmulo cheirarei teu apodrecido corpo
Para relembrar teu purificado perfume quando
Nossas almas flutuaram juntas na luxúria
E organizaram um sofrimento ensanguentado.
Gabriel Barbosa
Os Sonhos Vulneráveis
